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dc.creatorSilva, Thamires Aguiar-
dc.date.accessioned2025-08-25T13:36:20Z-
dc.date.available2023-01-11-
dc.date.available2025-08-25T13:36:20Z-
dc.date.issued2022-05-30-
dc.identifier.citationSILVA, Thamires Aguiar. Capacidade antigenotóxica e antimutagênica dos extratos hidroetanólicos da amêndoa de baru (Dipteryx alata) e da castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa) in vitro. 2022. 61 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Mato Grosso, Faculdade de Medicina, Cuiabá, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://ri.ufmt.br/handle/1/7110-
dc.description.abstractNuts and seeds intake is associated with a protective effect on several diseases, mainly those related to DNA lesions, which can be lowered by various natural compounds. Brazil nuts and baru almonds are rich in minerals, lipids and phenolic compounds that play an important role in cellular antioxidant capacity. This study evaluated the concentration of phenolic compounds and antioxidant activity of hydroethanolic extracts of Brazil nut and baru almonds, and the antigenotoxic and antimutagenic capacity of these extracts in potassium bromate (KBrO3)-induced cell damage in vitro. Phenolic compounds were measured by the Folin-Ciocalteau method and antioxidant capacity was evaluated by DPPH, FRAP and ABTS assays. The Brazil nuts and baru almonds extract antimutagenic and antigenotoxic ability was assessed in pre-incubation, in which cells were treated with extracts prior to the KBrO3-induced damage, and in post-incubation, in which cells had a previously induced damage and then were treated with the extracts. The extracts’ antigenotoxic ability was evaluated by modified comet assay with formamidopyrimidine DNA glycosylase, which allowed assessing oxidative DNA damage. The extracts’ antimutagenic potential was evaluated by cytokinesis-blocked micronucleus assay. The baru almond extract (70:30, ethanol: water) showed higher values of phenolic compounds (636 mg EAG/100G) when compared with Brazil nut extract (428 mg EAG/100g), likewise, the baru antioxidant capacity was greater (DPPH= 38.69 mM Trolox/g, FRAP= 138.38 mM ferrous sulphate /g, ABTS = 4.9 mM Trolox/g) than Brazil nut (DPPH= 1.8 mM Trolox/g, FRAP= 9.97 mM ferrous sulphate /g, ABTS = 10.92 mM Trolox/g). None of the extracts alone showed a genotoxic or mutagenic effect. The cell treatment with baru almond and Brazil nut extracts was not able to reduce the KBrO3 genotoxicity. However, the pre-treatment with Brazil nut extract result in a significant decrease (p=0.0209) in KBrO3-induced micronuclei, showing a reduction of 50% with the higher concentration tested (0.010µg/mL). Also in pre-treatment, baru almond extract showed antimutagenic effect (p=0.0304), with a decrease of 44.4% in micronuclei frequency. Post-treatment showed no antimutagenic effect. Our results showed that Brazil nut extracts, and especially baru almond extracts, are rich in phenolic compounds and have increased antioxidant capacity. In addition, the two extracts showed antimutagenic activity, probably due to the modulation of DNA damage repair mechanisms, since they did not show a genotoxic effect. Thus, our study suggests that dietary consumption of these seeds may have a protective effect against oxidative damage and DNA damage.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Simone Gomes (simonecgsouza@gmail.com) on 2025-03-26T19:51:02Z No. of bitstreams: 1 DISS_2022_Thamires Aguiar Silva .pdf: 1554357 bytes, checksum: f1abf556c3fa6aebd036f1f4884277c3 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2025-08-25T13:36:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DISS_2022_Thamires Aguiar Silva .pdf: 1554357 bytes, checksum: f1abf556c3fa6aebd036f1f4884277c3 (MD5) Previous issue date: 2022-05-30en
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Mato Grossopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleCapacidade antigenotóxica e antimutagênica dos extratos hidroetanólicos da amêndoa de baru (Dipteryx alata) e da castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa) in vitropt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordDano oxidativo no DNApt_BR
dc.subject.keyword8-Oxo-Gpt_BR
dc.subject.keywordMicronúcleopt_BR
dc.subject.keywordCometapt_BR
dc.subject.keywordCompostos fenólicospt_BR
dc.contributor.advisor1Branco, Carmen Lucia Bassi-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0202623098081674pt_BR
dc.contributor.referee1Bahia, Marcelo de Oliveira-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3219037174956649pt_BR
dc.contributor.referee2Andrade, Cláudia Marlise Balbinotti-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7129682665041036pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6559532440984839pt_BR
dc.description.resumoO consumo de castanhas e sementes está associado ao efeito protetor de várias doenças, principalmente àquelas relacionadas a lesões no DNA, que por sua vez, podem ser minimizadas por diversos compostos nutricionais. A castanha do Brasil e a amêndoa de baru são ricas em minerais, lipídios e compostos fenólicos que desempenham papel importante na capacidade antioxidante celular. O objetivo deste trabalho foi avaliar a concentração de compostos fenólicos, atividade antioxidante, capacidade antigenotóxica e antimutagênica dos extratos hidroetanólicos da castanha do Brasil e da amêndoa de baru em danos induzidos por bromato de potásio (KBrO3) in vitro. O método de Folin-Ciocalteau foi usado para quantificar os compostos fenólicos e a atividade antioxidante foi determinada pelos métodos DPPH, FRAP e ABTS. O efeito dos extratos foi avaliado em pré-tratamento, onde as células foram inicialmente tratadas com os extratos das castanhas e depois induzidas ao dano; e em pós-tratamento, onde as células foram previamente induzidas ao dano e posteriormente tratadas com os extratos. Um possível efeito mutagênico e/ou genotóxico também foi checado em tratamentos com os extratos isoladamente. A antigenotoxicidade foi analisada pelo ensaio do cometa modificado com a enzima formamidopirimidina glicosilase, para detecção do dano oxidativo no DNA. A capacidade antimutagênica foi avaliada pelo teste do micronúcleo com bloqueio da citocinese. A amêndoa de baru apresentou maiores valores de compostos fenólicos (636 mg EAG/100g), na concentração 70:30 (v/v) do que a castanha do brasil (428 mg EAG/100g). A capacidade antioxidante da amêndoa do baru foi maior (DPPH= 38,69 mM Trolox/g, FRAP= 138,38 mM sulfato ferroso/g, ABTS = 4,9 mM Trolox/g) quando comparada à da castanha do Brasil (DPPH= 1,8 mM Trolox/g, FRAP= 9,97 mM sulfato ferroso/g, ABTS = 10,92 mM Trolox/g). Nenhum dos extratos apresentou efeito genotóxico ou mutagênico. O tratamento com os extratos da castanha do Brasil e da amêncoa de baru não reduziram a genotoxicidade do KBrO3. No entanto, o pré-tratamento com os extratos da castanha do Brasil foi capaz de reduzir significativamente (p= 0,0209) o número de micronúcleos causados pelo KBrO3, com 50% redução de na maior concentração testada (0,010µg/mL). O extrato da amêndoa de baru foi antimutagênico (p= 0,0304) também no pré-tratamento e reduziu a frequência de micronúcleo em 44,4%. O pós-tratmento não apresentou efeito antimutagênico. Nossos resultados demonstraram que os extratos da castanha do Brazil, e especialmente da amêndoa de baru, são ricos em compostos fenólicos e apresentam capacidade antioxidante aumentada. Além disso, os dois extratos apresentaram atividade antimutagênica, provavelmente devido à modulação dos mecanismos de reparo de dano no DNA, visto não terem apresentado efeito genotóxico. Assim, nosso estudo sugere que o consumo dietético dessas sementes talvez possa ter um efeito protetor contra dano oxidativo e lesões no DNA.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina (FM)pt_BR
dc.publisher.initialsUFMT CUC - Cuiabápt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúdept_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINApt_BR
dc.subject.keyword2Oxidative DNA damagept_BR
dc.subject.keyword28-Oxo-Gpt_BR
dc.subject.keyword2Micronucleuspt_BR
dc.subject.keyword2Cometpt_BR
dc.subject.keyword2Phenolic compoundspt_BR
dc.contributor.referee3Branco, Carmen Lúcia Bassi-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0202623098081674pt_BR
Aparece na(s) coleção(ções):CUC - FM - PPGCS - Dissertações de mestrado

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